Para casa? Para quê?

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Para casa? Para quê?

Muitas mães e pais nos perguntam sobre a questão do para casa. Tem escola que pede muito. Tem escola que pede pouco. Tem escola que não pede nenhum.

Neste post avaliamos: Será que faz sentido continuarmos com esta prática?

Objetivos do Para Casa

Muitas escolas são escolhidas por causa do "para casa forte", ou da "cobrança de responsabilidade". Escolas, pais e estudiosos concordam que os objetivos do para casa são:

  • Encorajar o estudo individual, criando um hábito de estudo

  • Reforçar o aprendizado da sala de aula.

Mas será que estão sendo obtidos?

A realidade do Para Casa

Objetivo 1: Estudo Individual

Quem escuta o outro lado, das mães, pais, crianças e cuidadores, descobre que as crianças não fazem o para casa sozinhas. Em sua maioria, as crianças dependem de seus cuidadores (mães, babás, professoras particulares), que gastam boa parte do tempo brigando, coagindo, ameaçando, convencendo e, algumas vezes, fazendo o para casa para as crianças.

Quando é a mãe ou pai, a situação é pior ainda, pois eles gasta às vezes o pouco tempo que tem disponível para estar com a criança em um momento tenso, estressante e pouco amoroso.

O resultado é que, ao invés de estimular o Estudo Individual, os para casas estão criando relações desgastadas e agressivas entre mães, pais e seus filhos.

Objetivo 2: Reforçar o aprendizado da sala de aula

Reforçar o estudo em casa fazia muito sentido quando as escolas eram locais onde os alunos apenas copiavam matéria do quadro, sem poder falar, perguntar, interagir. Ao chegar em casa, estes alunos tinham que reler o que haviam copiado e aplicar o conhecimento obtido a problemas reais.

Hoje em dia, todas as escolas entendem que para haver desenvolvimento pedagógico é preciso haver espaço em sala de aula para discussão, tirar dúvidas, resolver exercícios e praticar.

Não apenas isso, mas já temos uma carga horária enorme nas escolas brasileiras. No Brasil, as crianças tem uma carga horária em torno de 5,7 horas diárias no Ensino Infantil e 4,5 no Fundamental [referencia]. Com 200 dias letivos por ano, isso dá 1140 horas para o Ensino Infantil e 900 horas para o Fundamental anuais.

A Inglaterra, por comparação, tem apenas  635 horas para o Ensino Infantil e 714 horas para o Ensino Fundamental [referencia]. Além disto, os alunos ingleses tem incluídas na carga horária aulas que geralmente no Brasil as crianças fazem "por fora", como Música, Esportes, Artes, Teatro, Dança, Robótica, Programação e muito mais.

Desta forma, ao invés de reforçar  o aprendizado em sala de aula, o para casa resulta em crianças exaustas e estressadas, e raiva com relação ao estudo e ao conhecimento.

Este último efeito é o mais perverso de todos. Sabemos que a carga horária de Matemática, por exemplo, já é uma das mais altas no currículo. E, geralmente, é a matéria com mais para casa, que é, com frequência, chato, repetitivo e cansativo, baseado na ideia (falsa) de que Matemática se aprende repetindo.

O que acaba acontecendo é que as crianças passam a odiar Matemática, o que resulta em uma incapacidade de aprender, pois sabemos que a emoção está diretamente ligada ao aprendizado. Pense em quantos adultos você conhece que foram obrigados a anos de para casa de Matemática e que hoje sabem Matemática?

Efeitos Negativos do Para Casa

Além de não estar funcionando, estudos da Universidade de Stanford [referencia] mostram que o para casa tem sido responsável por:

  • Tempo de descanso insuficiente.
  • Problemas de saúde relacionados à falta de descanso.
  • Falta de tempo para a família e amigos.
  • Falta de tempo para desenvolver habilidades e hobbies fora da escola.
  • Fonte primária de ansiedade para alunos.

Crianças precisam de tempo livre! Somando o tempo que passam em sala, mais o tempo de extracurriculares (esportes, música, programação e inteligência tecnológica), as crianças hoje em dia estão com as agendas mais ocupadas que muitos adultos.

Este momento com a família, amigos, e simplesmente ficando livre para brincar do que quiser é fundamental para o desenvolvimento, o descanso, e uma vida boa em geral.

Será que tem uma solução melhor??

Sim, o #paracasainteligente

Nós da Just CODING  acreditamos que o melhor para as crianças seria diminuir a quantidade e melhorar a qualidade do para casa. Sabemos que é possível atingir os objetivos do para casa de forma inteligente, evitando os problemas que mostramos.

Primeiro, pais e escola devem conversar se o para casa:

  • toma mais de uma hora diária;
  • é fonte de estresse; 
  • é desestimulante e/ou repetitivo.

Sugerimos que o para casa:

  • seja relevante, baseado em fatos da vida da criança, como procurar exemplos no dia-a-dia do assunto abordado em sala de aula;
  • seja feito em períodos maiores, como dois ou três dias;
  • seja interdisciplinar, de forma que a criança perceba que o conhecimento deve estar conectado;
  • seja adequado à capacidade da criança, para que ela sempre possa fazer sozinha;
  • quando necessitar da participação dos pais, inclua um final de semana para que todos os pais e crianças possam participar;
  • quando necessitar da participação dos pais, seja baseado em compartilhar informações, aprender sobre a família ou o ambiente, e não sobre os pais "ensinarem conteúdo";
  • seja corrigido continuamente, e não apenas "no dia da entrega". Um trabalho que tem várias partes menores que podem ir sendo desenvolvidas em um grande projeto único é muito mais efetivo e didático.
  • se possível, que seja feito em duplas ou grupos, o que também incentiva o aprendizado.

Vamos construir um futuro melhor?

Como os cursos da Just CODING são uma atividade extra-curricular, não pedimos para casa, pois sabemos que os alunos já estão sobrecarregados. Mas deixamos à disposição deles o login e a senha para que possam trabalhar nos seus projetos e ideias em casa, se quiserem. Na nossa experiência, eles fazem isto com prazer e alegria, o que torna o aprendizado significativo e produtivo.

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5 formas de brincar, e ainda desenvolver as habilidades mais importantes para o futuro

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5 formas de brincar, e ainda desenvolver as habilidades mais importantes para o futuro

A tecnologia mudou a forma como nos comunicamos, como trabalhamos, e como nos divertimos. Ao invés da família reunida em torno do rádio, ou da TV, vendo o mesmo conteúdo, agora temos dispositivos pessoais, onde o gosto individual determina qual série ou música específica cada um irá ver, e o momento comum vai desaparecendo. Não estou julgando se isto é melhor ou pior. É diferente. E, com isto, as relações que construímos e as emoções que experimentamos serão diferentes. Neste novo mundo, muitas mães e pais sentem que é um desafio brincar com suas crianças. 

Neste post, sugerimos 5 formas de brincar, que, além de serem divertidas, ajudarão a desenvolver as habilidades mais importantes para o futuro dominado pela tecnologia:

  • alegria de aprender,
  • compreensão,
  • cooperação,
  • paciência, e
  • conexão emocional.

Para saber mais clique na foto ou no título deste post.

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Gentileza Digital - 10 sugestões de como não ser rude com tecnologia

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Gentileza Digital - 10 sugestões de como não ser rude com tecnologia

Nossa sociedade foi profundamente transformada pela tecnologia. Com isto, as regras sociais também mudaram! Se antes ensinávamos as crianças a dizer obrigada, comer de boca fechada e pedir a benção aos pais, hoje elas também precisam navegar no mundo de mensagens de texto, vídeos online, reuniões à distância e WhatsApp.

Sugerimos neste post 10 ideias para a boa convivência! Basta clicar na imagem do título!

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Legoterapia: Ferramenta Educacional para Todos

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Legoterapia: Ferramenta Educacional para Todos

Brincar de Lego é uma atividade que quase todas as crianças gostam.

Na nossa experiência, as crianças alternam entre três tipos de brincadeira: Brincadeira EstruturadaBrincadeira de Construção Criativa e Brincadeira Narrativa.

Estudos feitos nos EUA e na Inglaterra implementaram técnicas de uso de LEGO® para incentivar crianças a desenvolverem habilidades como cooperação, comunicação e brincadeiras em pares

Na Just CODING oferecemos o LEGO® CLUB, um espaço de brincadeira supervisionada com LEGO® apropriado para a idade de cada criança (de 5 a 80 anos). Conheça mais sobre nosso trabalho, clicando na imagem acima.

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Big Ideia na Educação

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Big Ideia na Educação

No sábado dia 19 de Agosto, Ana Rodrigues, fundadora e diretora da JUST CODING, participou do programa Big Ideia da TV Alterosa. Confira o vídeo abaixo ou na página do programa Big Ideia.

 

 

 

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LEGO e Robótica para meninas: isto é importante!

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LEGO e Robótica para meninas: isto é importante!

Normalmente somos contra a separação entre "brinquedo para menino" e "brinquedo para meninas", que criam definições de papeis rígidos desde muito cedo. Meninas acham que não podem brincar de carrinho, meninos acham que não podem brincar de boneca. E terminamos com mulheres que não dirigem quando o marido está com elas no carro e maridos que não cuidam dos próprios filhos.

Mas a Lego acaba de lançar o "Laboratório Criativo" da Olívia. Neste post avaliamos o impacto importantíssimo desta novidade.

(Clique no título ou na imagem para ler)

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