Inteligência: Natural, Artificial ou Híbrida?

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Inteligência: Natural, Artificial ou Híbrida?

A discussão sobre Inteligência Artificial vem ganhando espaço na mídia e no imaginário popular. Inteligência Artificial abrange desde a utilidade benevolente de assistentes digitais como Siri e Alexa, passa pela chatice de recomendações insistentes de produtos que já compramos e chega até o pavor de robôs assassinos estilo Exterminador do Futuro.

Mas o que é Inteligência, afinal? Esta é uma questão que tem ocupado filósofos desde que começamos a pensar. A ordem deve ter sido algo como: “Quem sou eu?” “Onde estou?” e “Como eu fiz estas duas perguntas?”.

Podemos considerar inteligência como a capacidade de processar informação. Neste caso, calculadoras são inteligentes? Elas são capazes de processar dados (números) e obter informação relevante (resultados). Poderíamos argumentar que fomos nós que as programamos para fazer isto, e, neste caso, elas estão somente repetindo, não processando. Mas quando fazemos 2 + 2 = 4 não estamos também repetindo algo que nos ensinaram?

Podemos então considerar inteligência como a capacidade de aprender e lembrar. Neste caso, peixes dourados são inteligentes? Eles aprendem o caminho onde tem comida e são capazes de lembrar meses depois (a crença popular de que a memória deles dura só 3 segundos é falsa). Este é um conceito melhor, mas nos leva a outra pergunta: o que é aprender? Se aprender é memorizar, voltamos ao caso anterior.

Por fim, podemos considerar inteligência como a capacidade de aplicar conhecimentos anteriores a novas situações. Neste caso, seres humanos são o melhor exemplo. Aplicando eletrônica à arte, química à culinária, física aos esportes, utilizamos conhecimentos de áreas diferentes para criar inovação em todas as épocas e lugares do mundo.

E neste caso, Inteligência Artificial (Artificial Intelligence - AI) é inteligência. O site talktotransformer.com, por exemplo, usa milhões de textos da internet para treinar uma AI para ser capaz de criar textos originais a partir de uma frase nova, prevendo uma palavra de cada vez. Um exemplo está abaixo:

Frase original: Ana Rodrigues is the CEO of Just Coding, where she teaches computer programming to kids. (Ana Rodrigues é a Diretora da Just Coding, onde ela ensina programação de computadores para crianças.)

Texto criado pela AI: She is the author of several award-winning books including "Programmers Have a Second Skin," "A New Way of Teaching Children," "The First 100 Code Words," "The Ultimate Code of Conduct and Code of Conduct Proposal," "The Code in Your Handbook for Making Your Life Better: An Essential Guide to Making Computer Skills Great," and "Do You Really Know Your Code? A Guide to the Complete Code Book you've Been Waiting For." Ana is also executive Editor of the Kids Code Book. (Ela é a autora de vários livros vencedores de prêmios, incluindo “Programadores tem uma segunda pele", “Uma nova forma de ensinar crianças”, “As primeiras 100 palavras em programação”, “O melhor Código de Conduta e Proposta de Código de Conduta”, “O código em seu guia para fazer sua vida melhor: um guia essencial para fazer suas habilidades em computação excepcionais” e “Você realmente conhece seu código? Um guia para o livro completo de codificação que você estava esperando". Ana também é Editora Executiva do Livro de Programação para Crianças.)

O incrível desta tecnologia é que, não apenas o texto faz sentido, como eu adoraria ter escrito cada um destes livros. De uma forma difícil de descrever, eu sinto que o texto fala sobre valores e ideias nas quais eu acredito, como o meu amor pela escrita, por técnicas avançadas de ensino, por fazer a vida melhor.

Como AI funciona de forma estatística, cada vez que “rodamos” o programa, obtemos respostas diferentes. Por isto, tentei novamente com a mesma frase original:

Frase original: Ana Rodrigues is the CEO of Just Coding, where she teaches computer programming to kids. (Ana Rodrigues é a Diretora da Just Coding, onde ela ensina programação de computadores para crianças.)

Texto criado pela AI: She's also part of The Good Girls Project, an initiative that trains and funds girls, girls, and girls. She tells me about her work to combat online harassment, and why she thinks that it should be a top priority for young girls in the United States who are not already well-versed in technology. (Ela também é parte do Projeto As Boas Meninas, uma iniciativa que treina e financia garotas, garotas, e garotas. Ela me contou sobre seu trabalho para combater assédio online, e porque ela acha que isto deveria ser uma prioridade para jovens meninas nos Estados Unidos que ainda não estão bem capacitadas em tecnologia.)

Novamente, o texto criado toca em questões fundamentais: a importância de incluir mulheres na tecnologia e o movimento #meToo. A Just CODING tem um programa chamado Just GIRLS cujo objetivo é incluir mais meninas na tecnologia. Sempre usamos em nossas divulgações imagens de meninas e meninos, para passar a mensagem de que computação também é para mulheres.

Assim, estamos chegando na era da inteligência híbrida. A inteligência humana será aliada à inteligência artificial, onde a tecnologia vem como um apoio para nossas ideias, e nos ajuda a ver padrões que nós mesmos não percebemos, para que possamos continuar inovando, crescendo e criando.

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A new way to Learn and Teach

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A new way to Learn and Teach

On the 17th of October of 208 we held the first Scratch Ed MeetUp at Just CODING.

This meeting follows a very different format for what we usually understand for Education in Brazil. The proposal for this MeetUp, that follow the ideas of educator Seymor Papert, is that we are responsible for our learning process. That learning is to have a relationship with knowledge in a personal, emotional and intrinsic way. That means that I have to performa an active search of the knowledge that interests me.

In this post, we present what we learned and how that changed the way we view education.

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Uma nova forma de Educar

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Uma nova forma de Educar

No dia 17 de Outubro de 2018, fizemos nossa primeira Scratch Ed MeetUp na Just CODING.

O formato é bem diferente do que geralmente entendemos por educação no Brasil. A proposta, seguindo as ideias do educador Seymour Papert, é que somos donos do nosso processo de aprendizagem. Que aprender é se relacionar com o conhecimento de forma pessoal, emocional e intrínseca, ou seja, através de uma busca ativa do conhecimento que me interessa.

Neste post, falamos do que aprendemos, e do processo de aprendizagem.

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O que aprendi no MIT: Educação e Tecnologia para a Nova Geração

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O que aprendi no MIT: Educação e Tecnologia para a Nova Geração

Durante os dias 25 a 29 de Julho de 2018, a Diretora Ana Rodrigues participou da SCRATCH Conference no MIT (Massachussets Institute of Technology), nos Estados Unidos.

Neste post discutimos as novas metodologias de educação com uso de tecnologias, quais as novidades, quais os aprendizados e o novo papel do educador neste processo.

Para saber mais, clique no título ou na imagem!

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Privacidade no mundo digital: um caminho para nossas crianças

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Privacidade no mundo digital: um caminho para nossas crianças

Privacidade no mundo digital é uma das grandes preocupações de pais e educadores. E com bons motivos. Infelizmente, um artigo recente mostra que avisar as crianças e adolescentes não funciona, e oferece algumas sugestões do que pode funcionar. Neste post, discutimos estas estratégias de Inteligência Tecnológica.

Para saber mais, clique no título ou na imagem.

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Síndrome de FRANKENSTEIN 2: Celular causa câncer?

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Síndrome de FRANKENSTEIN 2: Celular causa câncer?

Neste post publico a primeira parte de um livro chamado "Síndrome de Frankenstein - Combatendo o medo da Tecnologia", baseado em conversas com pessoas leigas em tecnologia. A ideia é esclarecer os verdadeiros riscos de várias tecnologias, como celulares, forno de microondas e outras.

Clique no título ou na figura para ler!

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